Mostrando postagens com marcador Lula. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Lula. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 16 de maio de 2022

Sobrou D(i)no e faltou cheiro de povo

Flávio Dino cercado por sua "Tchurma"


 Fonte: blog Opinando 

A tentativa de privatizar a campanha do Lula no Maranhão está custando muito caro ao ex-governador Flávio Dino. Além de desestabilizar a Base local do PT, começa a fazer água também entre os dirigentes de alto coturno na direção estadual, sem falar que a direção nacional do Partido, e gente muito próxima ao Lula, também já estão incomodados com a postura do ex-juiz e buscam através do senador Weverton a ampliação dos espaços pró-Lula no Maranhão principalmente no palanque do pedetista, que segundo as pesquisas já está com os dois pés do segundo turno da eleição para o governo do Estado.

Na última sexta-feira, Flávio mais uma vez tentou mostrar força para impor sua propriedade sobre a marca “LULA” e promoveu o pré-lançamento da chapa Lula/Alckmin em um ato organizado em uma casa de eventos de luxo pelo que ele chamou de o “time de Lula no Maranhão”.

Muito longe de ter a cara do Lula e do povo que o apoia, o evento teve como característica o uso da máquina pública, com dezenas de servidores sendo vigiados pelos seus chefes, lideranças de partidos com cargos na estrutura do governo do Estado, a turma pessoal do ex-governador e pouquíssimos militantes das bases sociais.

Como dito em muitos blogs, faltou petistas em um evento que deveria ser capitaneado pelo Partido dos Trabalhadores, afinal, Lula é um patrimônio do PT e é a maior liderança dos movimentos sociais e sindicais do mundo, sendo assim o maior capital político de qualquer eleição.

Esse episódio mostra mais uma vez que se Flávio Dino não mudar os rumos de sua campanha em direção às bases partidárias e sociais que fizeram dele o governador do Maranhão em 2014, concretizando as promessas de campanha de rejuvenescer o quadro político do Estado, incentivando as novas lideranças e aprofundando as políticas públicas e sociais de viés mais à esquerda, estará caminhando para o abismo eleitoral. Ao invés de ser o senador mais votado na história poderá ser o primeiro ex-governador a sair do governo do Estado e além de não eleger o seu candidato a governador, também não conseguirá a vaga para a Câmara Alta.

Para cumprir a determinação do diretório nacional de aumentar o leque de alianças e possíveis palanques para a chapa LULA/Alckmin, grande parte da militância do PT, dirigentes de várias correntes do Partido, lideranças do movimento social e sindical reunirão no Sindep/MA hoje, a partir das 18:00 horas para organizar sua participação no Encontro Estadual de Tática Eleitoral que acontecerá nos dias 28 e 29 de maio com o objetivo de definir os rumos do PT nas eleições de 2022. A Tese defendida pelo grupo, além de priorizar a aliança com o senador Weverton, que tem historicamente proximidade política e ideológica com o campo petista, argumenta também a necessidade de palanques múltiplos para Lula no Maranhão, afinal, não parece lógico que a direção nacional faça tanto esforço nacionalmente para ampliar apoios criando uma frente ampla e aqui no Maranhão a direção estadual do PT caia na armadilha de Flávio Dino de restringir ao palanque de Lula apenas seus indicados; ex-“demo” Filipe Camarão, ex-tucano Carlos Brandão e até  bolsonarentos como Pedro Lucas e Fufuca.

sexta-feira, 13 de maio de 2022

Base do PT vai defender tese de apoio a Weverton em encontro do partido


Fonte: MARCO D'EÇA

A base do PT em todo o Maranhão que apoia a candidatura do senador Weverton Rocha (PDT) ao governo vai se reunir na próxima segunda-feira, 16, em evento preparatório para o Encontro Estadual que vai definir os rumos do partido nas eleições de outubro.

Formado pelo diretório municipal de São Luís e por diretórios de todos os municípios maranhenses, a base do PT que está com Weverton vai apresentar no encontro do dia 29 de maio a tese “Lealdade a quem sempre esteve com Lula ao lado dos trabalhadores”.

No encontro de segunda-feira, que acontece na sede do Sindsep, os petistas aliados do senador vão fortalecer a tese para debater durante o encontro estadual.

É no encontro estadual que o PT decide qual o caminho da legenda nas eleições.

Apesar de o governador-tampão Carlos Brandão (PSB) ter o apoio de parte da cúpula estadual do PT – com quase todos os membros empregados no Palácio dos Leões – a base do PT defende o apoio a Weverton por não ver identidade ideológica de Brandão com o partido.

A tese de apoio a Weverton tem crescido entre os militantes, o que tem levado o ex-governador Flávio Dino (PSB) – dono da candidatura de Brandão – a pressionar a direção do partido a cancelar o encontro do dia 29.

Dino já teme perder as prévias no voto secreto…

terça-feira, 10 de maio de 2022

A vida não tá fácil !!

Olha a "proximidade". 

 A vida não tá fácil para o governador tampão Brandão (PSB). Depois do deixar o conforto do PSDB, seu ninho tucano, numa determinação do manda chuva ( pero no mucho) Flávio Dino (PSB) , o ex-vice governador  está literalmente “boiando” no seu novo partido. O principal desafio colocado para o ex-vice é que ele tem que mostrar proximidade com o ex-presidente Lula. Essa não tem sido uma tarefa fácil. O pessoal do PT ( to falando do PT real não do PT do contracheque), não esquece que não faz muito tempo Brandão chamava o ex-presidente Lula de estelionatário.

A luta para casar  Brandão, um tucano de coração, com o PT é grande e a turma da articulação não ajuda. Primeiro resolveram que  o vice de Brandão tem que ser um petista, e ai surgiram com o Camarão, que é  um caso de Jabuti ( se tá nessa posição foi enchente ou mão de gente) e no caso do Camarão, foi mão de gente , mais especificamente a mão de Flávio Dino, que manda e desmanda no PT Estadual. Nada contra o Camarão mas ele não sabe nem pra onde vai a ideologia petista.

Para piorar a situação  os marqueteiros de plantão do ex-vice parecem estar vivendo no mundo da lua. Cada tentativa de foto mostrando aproximação com Lula acaba sempre em uma situação, no mínimo, constrangedora. São imagens que acabam mostrando o desespero do vice com a clara postura de distanciamento do Lula. Foto com puxões pelo pescoço, desfocadas ou com Lula fazendo gestos com a mão para evitar o tão aguardado abraço.  E nesta luta não tem adiantado o ex-governador botar o dedão, pois ele pode mandar no PT  do Maranhão, mas tá longe de ter todo esse espaço no Nacional. A vida não tá fácil para o governador tampão Brandão (PSB). 

segunda-feira, 9 de maio de 2022

Lula: “Essa é uma conclamação para reconquistar a democracia e a soberania”

 



Uma festa de dimensões históricas, como as manifestações das Diretas Já e a campanha de 1989, o lançamento do movimento “Vamos Juntos pelo Brasil”, no sábado (7), inaugurou o caminho de reconstrução e do restabelecimento da democracia no país. Realizado em São Paulo, o ato contou com discursos do ex-presidente Lula e do ex-governador Geraldo Alckmin, além da presença de lideranças do PT, PSB, PCdoB, Solidariedade, PSOL, PV e Rede, centrais sindicais, movimentos sociais, artistas e outras lideranças. No evento, Lula enfatizou a importância da recuperação da cidadania e da dignidade do povo brasileiro, roubadas por um governo golpista e socialmente insensível.

 

A principal virtude que um bom governante precisa ter é a capacidade de viver em sintonia com as aspirações e os sentimentos das pessoas, especialmente das que mais precisam”, falou Lula, no início de seu discurso

 

Lula lembrou do árduo caminho que percorreu até chegar a Presidência em 2003 e de seu compromisso em acabar com a fome, uma chaga que havia sido vencida nos governos do PT e hoje voltou a humilhar o povo humilde do país.

“Em 2003, quando tomei posse como presidente da República, eu disse que se, ao final do meu mandato, todos os brasileiros tivessem pelo menos a possibilidade de tomar café da manhã, almoçar e jantar, eu teria cumprido a missão da minha vida”, lembrou Lula. “Travamos contra a fome a maior de todas as batalhas, e vencemos. Mas hoje sei que preciso cumprir novamente a mesma missão”.

 

“Tudo o que fizemos e o povo brasileiro conquistou está sendo destruído pelo atual governo”, lamentou. “O Brasil voltou ao Mapa da Fome da ONU, de onde havíamos saído em 2014, pela primeira vez na história. É terrível, mas não vamos desistir, nem eu nem o nosso povo. Quem tem uma causa jamais pode desistir da luta”, prometeu Lula.

 

Resgate da soberania

Lula ressaltou que é preciso restaurar ao Brasil e ao povo brasileiro a soberania, hoje esfacelada pelo bolsonarismo. Para o ex-presidente, a soberania se manifesta em muitas dimensões da vida nacional e do Estado brasileiro. “Defender a soberania não se resume à importantíssima missão de resguardar nossas fronteiras terrestres e marítimas e nosso espaço aéreo”, salientou Lula.

“É também defender nossas riquezas minerais, nossas florestas, nossos rios, nossos mares, nossa biodiversidade”, enumerou. “É defender o direito à alimentação de qualidade, o bom emprego, o salário justo, os direitos trabalhistas, o acesso à saúde e à educação. Defender nossa soberania é também recuperar a política altiva e ativa que elevou o Brasil à condição de protagonista no cenário internacional”, apontou Lula.

 

Petrobras e desmonte

Lula destacou ainda que não haverá resgate da soberania sem a defesa do patrimônio do povo brasileiro, como a Petrobras e a Eletrobras. “Nós precisamos fazer com que a Petrobras volte a ser uma grande empresa nacional, uma das maiores do mundo”, defendeu. “Colocá-la de novo a serviço do povo brasileiro e não dos grandes acionistas estrangeiros. Fazer outra vez do Pré-Sal o nosso passaporte para o futuro, financiando a saúde, a educação e a ciência”.

“Defender a nossa soberania é defender também a Eletrobrás daqueles que querem o Brasil eternamente submisso”, argumentou Lula. “A Eletrobrás é a maior empresa de geração de energia da América Latina, responsável por quase 40% da energia consumida no Brasil. Foi construída ao longo de décadas, com o suor e a inteligência de gerações de brasileiros. Mas o atual governo faz de tudo para entregá-la a toque de caixa e a preço de banana”, denunciou. 

Lula denunciou a estratégia de destruição do Estado nacional por meio do esgotamento do investimento público em todas as áreas, sobretudo em infraestrutura. “O atual governo não cuida da infraestrutura que este país precisa”, disse.  “Paralisaram obras importante que estavam em andamento. Tentam se apropriar de outras que receberam praticamente concluídas”, afirmou, citando a Transposição do São Francisco.

Vida digna e combate à fome

Lula destacou ainda a importância dos bancos públicos na geração de empregos dignos ao povo brasileiro, com a oferta de crédito barato, o financiamento de obras de saneamento e construção de moradia e o apoio ao pequeno agricultor, como feito nos governos do PT. 

A dignidade do povo passa fundamentalmente pela educação, frisou. “Porque um país que não produz conhecimento, que persegue seus professores e pesquisadores, que corta bolsas de pesquisa e reduz os investimentos em ciência e tecnologia está condenado ao atraso”, alertou Lula. “Nos nossos governos, nós mais que triplicamos os recursos direcionados para o CNPq, a Capes e o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Eles saltaram de R$ 4 bilhões e 500 milhões em 2002, para R$ 13 bilhões e 970 milhões em 2015”.

Lula apontou ainda que não haverá soberania “enquanto 116 milhões de brasileiros sofrerem algum tipo de insegurança alimentar”, enquanto 19 milhões de homens, mulheres e crianças forem dormir todas as noites com fome, sem saber se terão um pedaço de pão para comer no dia seguinte”.

“Não haverá soberania enquanto dezenas de milhões de trabalhadores continuarem submetidos ao desemprego, à precarização e ao desalento. Nós fomos capazes de gerar mais de 20 milhões de empregos com carteira assinada e todos os direitos garantidos”, observou. “Enquanto eles destruíram direitos trabalhistas e geraram mais desemprego”.

Papel do SUS

Lula destacou o papel fundamental do Sistema Único de Saúde (SUS) no  atendimento aos brasileiros. Infelizmente, lembrou o ex-presidente, a saúde foi abandonada por Bolsonaro. “Hoje faltam investimentos, profissionais de saúde e medicamentos. Sobram doenças e mortes que poderiam ser evitadas”, opinou.

“Não fossem o SUS e os corajosos trabalhadores e trabalhadoras da saúde, a irresponsabilidade do atual governo nessa pandemia teria custado ainda mais vidas”, relatou.   

Lula destacou as políticas dos governos do PT para a saúde: “Criamos o Samu, o Farmácia Popular, as UPAs 24 horas. Fizemos o Mais Médicos, e levamos profissionais da saúde às periferias das grandes cidades e às regiões mais remotas do Brasil. Nós praticamente dobramos o orçamento da saúde, que passou de R$ 64 bilhões e 800 milhões em 2003 para R$ 120 bilhões e 400 milhões em 2015”.

Alckmin na aliança para o futuro

No evento, o petista conclamou os brasileiros a retomarem o caminho de volta para o futuro, um caminho de crescimento, progresso e cidadania. É para conduzir o Brasil de volta para o futuro, nos trilhos da soberania, do desenvolvimento, da justiça e da inclusão social, da democracia e do respeito ao meio ambiente, que precisamos voltar a governar este país”, definiu.

Ele citou Paulo Freire para festejar a aliança com Geraldo Alckmin em torno de um projeto de reconstrução nacional. “Dizia o nosso querido Paulo Freire: “É preciso unir os divergentes, para melhor enfrentar os antagônicos”. Sim, queremos unir os democratas de todas as origens e matizes, das mais variadas trajetórias políticas, de todas as classes sociais e de todos os credos religiosos”, pediu Lula. “Este é o sentido da união de forças progressistas e democráticas formada pelo PT, PC do B, PV, PSB, PSOL, Rede e Solidariedade”, celebrou.

“Tenho o orgulho de contar com o companheiro Geraldo Alckmin nessa nova jornada. Alckmin foi governador enquanto eu era presidente. Somos de partidos diferentes, fomos adversários, mas também trabalhamos juntos e mantivemos o diálogo institucional e o respeito pela democracia”, elogiou. “Tive em Alckmin um adversário leal. E estou feliz por tê-lo agora na condição de aliado, um companheiro cuja lealdade sei que jamais faltará – nem a mim nem ao Brasil”.

“Nós queremos governar para trazer de volta o modelo de crescimento econômico com inclusão social que fez o Brasil progredir de modo acelerado e tirou 36 milhões de brasileiros da extrema pobreza”, conclamou Lula. “Nós temos um sonho. Somos movidos a esperança. E não há força maior que a esperança de um povo que sabe que pode voltar a ser feliz”, disse.

“Mais do que um ato político, essa é uma conclamação. Aos homens e mulheres de todas as gerações, todas as classes, todas as religiões, todas as raças, todas as regiões do país. Para reconquistar a democracia e recuperar a soberania”, concluiu. 

Alckmin: “A solução virá com Lula

Diagnosticado com Covid-19, o ex-governador Geraldo Alckmin fez um discurso de casa, exibido ao vivo, por telão. Ele reforçou a necessidade de uma ampla aliança para o país derrotar ameaças contra a democracia e restabelecer o desenvolvimento com justiça social.

“Há momentos, em que antes de uma aliança, determinar a sua missão é a própria missão que determina a sua aliança”, discursou Alckmin.  “É o que vemos acontecer aqui hoje entre PT, PSB, Solidariedade, Rede, PV, PCdoB, PSOL, valorosíssimas  lideranças políticas das mais diversas convicções ideológicas, que aqui comparecem, patriótica e corajosamente, independente da presença institucional de seus próprios partidos, para dar ainda mais força e representatividade à nossa união, no cumprimento da nossa missão”. 

Segundo o ex-governador, o futuro do Brasil está em jogo. “Quando a ignorância se une à mentira como estratégia política para demonizar eleições livres e aviltar a democracia, nós não devemos vacilar. O caminho é com Lula. Quando brasileiros são relegados à própria sorte, em meio às mazelas de uma pandemia letal, não devemos aceitar, vamos reponder com Lula. Quando as injustiças sociais, graças à omissão do governo, e a pobreza, a miséria e a fome assumem dimensões vergonhosas e intoleráveis, não podemos hesitar. A solução virá com Lula”.

Com Lula, insistiu Alckmin, o Brasil mudará os termos do debate político em torno dos temas mais relevantes da vida nacional. “Vamos provar que não há incompatibilidade entre a prosperidade individual e uma sociedade solidária. Vamos provar que a eficiência econômica e a justiça social não são coisas opostas”, concluiu. 

Da Redação

 

segunda-feira, 25 de abril de 2022

População percebe a farsa do Auxílio Brasil de Bolsonaro




 O tiro saiu pela culatra da arminha do ex-capitão. Matéria publicada pela Folha de S. Paulo informa que a estratégia de Bolsonaro, de acabar com o Bolsa Família no fim do ano passado, às vésperas do ano eleitoral, para lançar um programa chamado Auxílio Brasil, não deu certo. 

Segundo o jornal, dados colhidos pela própria equipe do atual presidente mostram que a taxa de reprovação de Bolsonaro é alta até mesmo entre as pessoas que recebem o benefício. Por isso, é provável que propagandas de tevê e outdoors sejam lançados para tentar melhorar a imagem do programa. Como o brasileiro não é bobo, porém, a tentativa dificilmente vai funcionar.

E o motivo é simples. O Auxílio Brasil foi uma tentativa de maquiar uma das maiores maldades cometidas pelo governo Bolsonaro: a exclusão de quase 26 milhões de famílias, que foram abandonadas pelo seu governo no momento em que mais precisavam, quando o país ainda enfrenta a pandemia de Covid-19, o desemprego está nas alturas e a inflação fez o preço da cesta básica subir mais de 20% nos últimos 12 meses.

O Partido dos Trabalhadores avisou desde o começo que Bolsonaro estava fazendo a maior exclusão social da história ao acabar, de uma só vez, não só com o Bolsa Família, mas também com o Auxílio Emergencial. Não custa, no entanto, lembrar dos erros criminosos cometidos por Bolsonaro ao lançar seu programa.

1. Abandonou quase 36 milhões de famílias

Até outubro do ano passado, 43,9 milhões de famílias recebiam ajuda contra a fome – 39,3 milhões recebiam o Auxílio Emergencial (sendo que, dessas, 10 milhões eram oriundas do Bolsa Família) e 4,6 milhões permaneciam no Bolsa Família, porque seus benefícios eram maiores que o máximo pago pelo Auxílio Emergencial em 2021 (R$ 375).

Em novembro, os dois programas foram extintos e substituídos pelo Auxílio Brasil, que começou atendendo 14,5 milhões, basicamente o número de beneficiados do Bolsa Família. Depois, Bolsonaro incluiu as famílias que ele havia deixado por anos na fila de espera, ampliando os atendidos para 17 milhões. Mesmo assim, quase 26 milhões continuaram sem apoio.

2. Fez isso sem nenhum tipo de estudo

E Bolsonaro fez isso sem que seu governo tivesse feito qualquer tipo de estudo sobre a situação da população. Foi uma medida tomada completamente às cegas, sem saber quantas famílias ainda precisavam de ajuda para não passar fome. O governo chegou ao ponto de se basear em dados de 11 anos atrás.

“Milhões de famílias completamente excluídas sem que ninguém tivesse tentado saber se essas famílias continuam precisando. Como se a pandemia tivesse terminado, como se a economia estivesse bem e como se essas famílias tivessem voltado à sua vida normal”, alertou na época a ex-ministra de Desenvolvimento Social e Combate à Fome Tereza Campello. 

3. Enganou as famílias que estavam precisando

Para piorar, as 26 milhões de famílias excluídas ainda foram enganadas por Bolsonaro, que disse a elas que, se continuassem precisando de ajuda, deveriam se inscrever no Cadastro Único. 

Então, as famílias excluídas, que já haviam se inscrito no aplicativo do Auxílio Emergencial, tiveram o trabalho de se inscrever também no Cadastro único. Porém, fizeram isso em vão, uma vez que o governo, depois de receber as primeiras inscrições, avisou que elas não seriam “incluídas imediatamente” porque o Auxílio Brasil não conta com “disponibilidade orçamentária”.

4. Promoveu sucessivos cortes de valor e de beneficiários

A população percebe que Bolsonaro nunca se esforçou em realmente ajudar os mais pobres. Quando o Auxílio Emergencial foi criado, em 2020, o governo propôs incialmente um valor de R$ 200. Foi o Congresso Nacional quem instituiu os R$ 600 e para 60 milhões de pessoas. Depois, Bolsonaro foi reduzindo tanto o número de beneficiários quanto o valor do auxílio, e chegou a parar de pagá-lo no começo de 2021.

Quando lançou o Auxílio Brasil, Bolsonaro tentou dizer que os R$ 400 era mais do que o Bolsa Família pagava. Mas a população sabe que o Bolsa Família foi criado em outra época e que as necessidades de hoje são outras. E sabe que, no fim das contas, o que Bolsonaro fez foi reduzir o valor do Auxílio Emergencial, que começou com R$ 600.

Tudo isso mostra que Bolsonaro nunca se preocupou em achar uma solução real para o problema da fome no Brasil. Agiu apenas de forma eleitoreira. E isso ficou claro para todo mundo, até para quem hoje recebe o Auxílio Brasil.

Fonte: PT Da Redação

quarta-feira, 20 de abril de 2022

Petistas fazem ato de apoio a Weverton e Lula no Maranhão


 


Presidentes de diretórios municipais do PT e lideranças sindicais ligadas ao partido, como CUT e Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras do Estado do Maranhão, se reuniram hoje em São Luís para declarar apoio à pré-candidatura do senador Weverton (PDT) ao governo do estado e lançar o Comitê Popular Maranhense de Petistas com Lula e Weverton.

O evento demonstra a insatisfação da base do PT com a decisão do presidente do diretório estadual, Francimar Melo, que declarou apoio à pré-candidatura do atual governador Carlos Brandão, recém filiado ao PSB.

“O nosso encontro se dá por uma posição política de discordância da direção estadual, que não tem diálogo com a população e os movimentos. Não é dentro de gabinete ou palácio que a base do PT vai se manifestar”, afirmou o presidente do diretório municipal do PT de São Luís, Honorato Fernandes.

A presidente da Fetaema, Ângela Silva, declarou que Lula e Weverton são legítimos representantes das categorias mais populares e que apoiá-los é uma questão de coerência. “Para que o Maranhão vença, precisamos eleger Lula e Weverton, que serão gestores com um olhar para classe popular”, avaliou.

O sociólogo Paulo Romão, que lançou sua pré-candidatura ao Senado fez críticas à pressão que vem sendo exercida pelo governo para conquistar apoios ao nome de Brandão. “O que tentam fazer com o PDT em busca do poder é horrível. Weverton receba minha solidariedade e apoio, você que é um militante de grande calibre. Você, diferente de tudo que está posto aí, tem identidade com este campo que aqui está. Por onde passarmos levaremos nossa mensagem de esperança e de luta”.

Weverton agradeceu o apoio e reafirmou que continua conversando com o presidente Lula e que entende que, apesar de as alianças partidárias unirem formalmente PT e PSB no Maranhão, a identidade de luta une PT e PDT. “A vinda dos petistas raízes para o nosso projeto, dos sindicatos e de quem conhece a realidade do Maranhão, fortalece a nossa caminhada.  A nossa luta é ao lado do povo”, afirmou Weverton. “A vinda dos petistas raízes para o nosso projeto, dos sindicatos e de quem conhece a realidade do Maranhão, fortalece a nossa caminhada. A nossa luta é ao lado do povo”, afirmou Weverton.

“Weverton tem como bandeira melhorar os índices de desenvolvimento do nosso estado. Os urbanitarios receberam propostas do projeto dos Leões, mas nós jamais deixaríamos o projeto do senador Weverton, que sempre esteve do nosso lado, sempre esteve junto na luta ao lado dos trabalhadores”, disse Wellington Diniz, dirigente do sindicato dos urbanitários.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

Lula descarta apoio a escolha pessoal de Flávio Dino e fala de candidatura de Weverton

 


Em entrevista nesta quarta-feira (19) para sites independentes, o ex-presidente Lula (PT) falou sobre a eleição para governador no Maranhão. O ex-presidente, foi direto ao falar do seu apoio. Disse claramente apoiar o governador Flávio Dino, mas descartou a extensão deste apoio ao vice Brandão do PSDB. Lula falou ainda da candidatura do senador Weverton ( PDT).

“O Flávio Dino tem o candidato dele, que é o vice, que é do PSDB. Ele sabe que é difícil a gente apoiar o PSDB. Nós temos a candidatura do Weverton, então eles vão ter que se acertar lá para facilitar a nossa vida”, disse Lula.

Só lembrando que Brandão foi anunciado pelo governador como sua escolha pessoal para a corrida ao governo do Estado. O problema, para o grupo de apoio pessoal do governador, é que os grupos que compõem a sua base política não concordam com a sua “escolha pessoal”

.

Maura Jorge declara apoio a pré-candidatura de Weverton

  Maura Jorge, prefeita de Lago da Pedra, anunciou em entrevista a uma emissora local nesta segunda-feira (13), apoio a pré-candidatura do s...